Todo mundo que assistiu o filme “O Terminal”, com Tom Hanks, diz que já ouviu falar. Mas na verdade, no filme trata-se de um país chamado “Krakozhia”, enquanto Cracóvia (Kracow) é uma cidade da Polônia.

Lógico que se você for pela 1ª vez à Europa, vale a pena conhecer as cidades mais clássicas e turísticas (Paris, Roma, Barcelona, etc). Mas para quem já conhece o principal, na próxima viagem vale uma parada em Cracóvia. Tanto pela riqueza cultural e histórica, quanto pela comida – excelentes restaurantes! A cidade transborda história, em especial um banho da Segunda Guerra Mundial.

O QUE FAZER: primeiro de tudo, garantir um dia para ir a Auschwitz (logo mais um post exclusivo). Depois, visitar a Mina de Sal – uma mina tão grande, que tinha até capela dentro, toda feita/decorada de sal (até quadro da Santa Ceia de sal!).
Conhecer a praça principal, cheia de bares e restaurantes ao redor, ir na feira dentro da torre cheeeia de souvenier e bijus/jóias com pedras azuis lindas, a cidade velha murada, os antigos “guetos” dos judeus, a fábrica de Schindler, enfim, uma boa idéia é ir caminhando até a praça principal e fazer um tour (naqueles carrinhos de golfe) por estes pontos. Ou seja, não é necessário alugar carro, desde que feche o passeio para Auschwitz e à mina de sal (tentar fechar do Brasil, se não der, pelo hotel mesmo)




ONDE FICAR : Hotel Copernicus (pequeno e charmoso) ou Hotel Radisson (sem erro)

ONDE COMER:

Restaurante Copernicus: charmoso como o hotel, pratos d-e-l-i-c-i-o-s-o-s! Estávamos em 6 pessoas e todos amaram seus pratos!

 

Cyrano de Bergerac: Andando na rua você nunca irá achar o restaurante. É importante reservar não só por ser quase exclusivo como para uma pessoa te receber na porta, pois você tem que passar por um estreito corredor e descer as escadas para chegar a este mínimo e charmoso restaurante. Parece uma cela, um esconderijo, uma sala secreta decorada com tapetes, mesas, cadeiras e objetos de um antiquário do séc 18. Nunca tinha ido à um restaurante assim, não perca!

CK Dezerter: Como tinhamos uma indicação e estava perto do nosso hotel e da praça principal, resolvemos experimentar. Estranhamos a fachada e até o interior, pois parece um restaurante simples, sem nada de mais para ser recomendado pelo guia Michelin. Resolvemos tentar mesmo. Até que fomos surpreendidos pela comida, que estava muito boa! De entrada a típica “Dumplin”, que é uma mistura de pastel com ravioli de carne, bem gostoso. E em especial o bife de vitela a milanesa (wienerschnitzel) com batata assada, que quase todos pediram de tão bom que estava.

Anúncios