Brunch de domingo em Genebra

29 abr

Visitando a tia do meu namorado que mora em Genebra na Suiça, ela nos levou num restaurante para comer um brunch, que super recomendo, chamado Brasserie des Halles de L’Île.

O lugar tem vista de frente para o rio, então é super gostoso se conseguir uma mesa na terraça do lado de fora no verão!

No sábado eles também servem brunch, mas o buffet a vontade é servido aos domingos. A comida é uma delícia, desde os salgados aos doces, e uma mesa para você preparar seu próprio waffle ou panqueca ali mesmo, frenquinho na hora! O preço em francos suiços não lembro ao certo, mas saia algo em torno de 35 euros por pessoa…

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Rota do vinho na Borgonha

8 abr

Nessa Páscoa resolvemos fazer a rota do vinho na região da Borgonha na França! A chamada Route des Grands Crus começa na cidade de Dijon e vai até a cidadezinha de Santenay. O caminho é encantador, você vai passando pelas diversas vinícolas da região ao longo da estrada e vai parando nos diversos vilarejos para fazer milhares de degustações de vinhos nas milhares vinícolas ao longo do caminho, então recomendo alugarem um carro para fazerem esse trajeto!

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Não ficamos muito tempo em Dijon, apenas dormimos na cidade e já seguimos viagem para nossa primeira parada, Gevrey-Chambertin!

Gevrey-Chambertin é um vilarejo bem bonitinho, ali paramos para fazer degustação na cave Philippe Leclere, onde você também faz uma visita no local que parece mais um mini-museu. Na maioria dos locais você faz a degustação de graça, e depois, por educação, compra alguma (ou várias) garrafas de vinho. Aqui, como acontece em alguns outros locais também, você não precisa comprar nenhuma garrafa, mas pagava EUR 10,0 pela degustação por pessoa. Bom, eu preferi não pagar pela degustação e levar uma garrafa pra casa, obviamente!

Os vinhos nessa região não são tão baratos assim, especialmente com o câmbio Real-Euro do jeito que está agora, mas obviamente são de ótima qualidade; as garrafas mais baratas custavam em torno de 12-15 euros, outros de preço médio entre 20 e 35 euros, até os mais caros (os Grand Crus) em torno de 100 euros!

Aprendemos muita coisa nessa viagem, como por exemplo, que há apenas um tipo de uva para a fabricação do vinho tinto na região, que é o Pinot Noir, e apenas um tipo de uva para a fabricação do vinho branco, que é a Chardonnay. Nas degustações de um mesmo fabricante, por exemplo, percebíamos claramente a diferença entre um vinho tinto (ou branco) e outro, uns mais encorpados, outros mais leves, ou mais seco, e tudo graças apenas ao solo onde a uva é cultivada, dado que o tipo da uva é a mesma para todos. Então o que faz o Grand Crus ser tão mais caro que os outros, é o solo e a inclinação que a terra possui, que por sua vez, são os lotes de terra mais caros.

Bom, mas voltando ao roteiro, seguimos viagem para Nuit Saint George, onde fizemos nossa parada para o almoço. Na pracinha principal do vilarejo havia diversos restaurantes, todos bem agradáveis, com mesinhas do lado de fora da rua, ótimo preço, e gostamos tanto da comida que voltamos para almoçar lá de novo na volta no último dia!

De lá seguimos para Aloxe-Corton, para fazer uma degustação no castelo de Pierre Andre e por fim chegamos em Pommard, onde ficamos hospedados as restantes duas noites.

Na França há os chamados Chambres d’hôtes, que são como hotéis mas que a dona mora no mesmo local, então é como se fosse a própria casa dela, na qual hospeda pessoas em parte do estabelecimento, então é ela própria quem prepara o café da manhã, por exemplo. Em Pommard ficamos em um chamado Les Nuits de Saint-Jean, e super recomendo!!! Os quartos eram extremamente espaçosos, limpinhos, o lugar era super agradável e o café da manhã, caseiro, estava uma delícia!!! Clica no link no nome pra dar uma olhada nas fotos, que gracinha era o lugar…

No dia seguinte começamos por Monthelie, e em termos de degustação foi a cidade que mais gostei, tinha muitas e muitas opções! A gente comprava uma taça de vidro e ia caminhando pelo vilarejo inteiro entrando e saindo das degustações, demais!!!

Passamos o restante do dia em Beaune, que acho que é a principal cidade da região, é a maior dentre todos os vilarejozinhos, então foi uma tarde de passeio e de compras dos quitutes da região! Ali é muito conhecido pelo pain d’epices, que é como se fosse um bolo simples com sabor de mel e especiarias. Famosa também é a mostarda (principalmente a mostarda dijon) e o licor de cassis! Comprei uma garrafa de licor de cassis e três potinhos de mostarda com sabores clássico, pain d’epices e de cassis!🙂

Lá também vale uma visita ao Hospices de Beaune, conhecido também como Hôtel-Dieu, que é um antigo hospital construído em 1443 para atender aos pobres e que hoje firou um museu.

Encerramos o último dia com uma visita ao castelo de Santenay, na cidade de mesmo nome, para maaaais degustação! Hehehe

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Minhas férias em Jeri

4 jan

Neste ano, o destino escolhido para o réveillon foi Jericoacoara!

Eu achava que ia ser um vilarejozinho subdesenvolvido mas tive uma agradável surpresa, achei o lugar com uma estrutura bem melhor que a de Pipa (destino escolhido no ano passado) e com muitos restaurantes com uma comida de excelente qualidade!!!

O que visitar:

Alguns dos passeios tradicionais são: a pedra furada (bonita, mas não achei nada demais), a lagoa azul (que nessa época estava vazia então nem estava bonita), a lagoa do paraíso (lugar ícone da região onde você vê as fotos das redes na água), e a árvore da preguiça.



Dos passeios, confesso que há lugares melhores (o passeio de buggy nas dunas de Natal, por exemplo, eu achei muito mais legal e bonito), mas o forte mesmo do lugar é ir para fazer kitesurfe! O melhor lugar de todos é na Praia do Preá, que possui vento constante… Ali você encontra uma das melhores escolas da região e o Rancho do Peixe, com guarda-sóis e espreguiçadeiras para descansar e tomar um sol.



Onde comer:

Eu nunca vi na vida uma cidadezinha de praia com TANTOS restaurantes bons como em Jeri!!!

O principal de todos, parada obrigatória que qualquer pessoa com quem conversar vai te recomendar é o Tamarindo. O lugar é super agradável, com um pé de tamarindo bem no meio entre as mesas.


 Para quem quer comer um delicioso camarão no abacaxi, os mais recomendados são o Sabor da Terra ou o Dona Amélia na rua do Forró.


Um colega meu de trabalho, que é italiano, e que vem todo ano pro Brasil e só fica em Jeri, me recomendou um restaurante italiano que a comida estava sensacional! Massa caseira e muito saborosa chamado Leonardo Da Vinci, na rua principal perto da praia. Eu pedi um ravióli recheado de bacalhau e queijo coalho, com um molho vermelho de azeitonas pretas, alcaparras e castanha de caju que estava fora de série!

Se estiverem afim de comer um strogonoff de camarão delícia tem o Bistrogonoff que foi recomendação do nosso super motorista Syro da Marley Tur (aliás, mega recomendo eles, porque no passeio que fizemos e na volta para Fortaleza estamos com outras agências e achei todas horríveis, a melhor de tivemos foram eles!). O restaurante era super jeitosinho e servem vários tipos de comidas como saladas, massas, peixe, carnes, etc.


De sobremesa podem dar um pulo na brigaderia e café gourmet Ponto Doce na rua do Forró.



Por fim, para um açaí no fim de tarde, de frente para a praia, o melhor lugar é o Naturalmente, e o carro chefe deles é o crepe, que tem um sabor diferente desses que a gente vê por aí, e tem uma casquinha crocante, achei demais!!!

De Foodhallen Amsterdam

27 nov

O De Hallen em Amsterdam é um lugar bem interessante, com cinema, um hotel, café, uma feirinha toda semana com roupas, acessórios e objetos diversos, tudo num lugar que parece mais um galpão gigante, uma construção com ar bem industrial; e o lugar é um antro de cultura, entramos no hall e ouvimos uma música clássica, para perceber que no andar de cima do café estava rolando uma apresentação de orquestra aberta ao público. Sentamos, pedimos um cappuccino, e aproveitamos ao som ao vivo da orquestra! Mas o destaque do lugar com certeza é o Foodhallen!

A área de alimentação O Foodhallen quando me recomendaram passar por lá, achei que seria alguma feirinha com barraquinhas de comida, igual essas que você vê na rua, mas chegando lá tivemos uma surpresa incrível, na verdade são vários balcões gourmet oferecendo dos mais variados tipos de comida, e de alta qualidade e fresca, que vai desde comida vietnamita, até pasta italiana, ostras, e sobremesas; eu queria simplesmente comer tudo! Tudo que experimentamos naquele dia estava demais, e só ficamos chateados de não conseguir voltar lá para comer mais vezes!!!

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Restaurante espanhol em Colônia (Alemanha)

19 out

Alguém pode pensar: Se eu estiver na Alemanha, vou querer comer comida local, e não espanhola!

Pois é, você pensa assim porque ainda não chegou o momento que você fala: Meu Deus, não quero nem ver mais uma salsicha, um joelho de porco ou um chucrute nem pintado mais na minha frente!!! Hahahaha. Ou se você simplesmente vai viajar só por outra região, e nem vai passar perto da Espanha, é sempre bom ter umas dicazinhas variadas!🙂

IMG_1074A recomendação de hoje é o restaurante espanhol La Bodega, em Colônia (ou Köln) na Alemanha. Ele é um tapas bar, localizado numa região bem central da cidade, onde vai encontrar muitas opções de bares e restaurantes.

Vai andando prestando atenção porque ele fica numa porta mais estreitinha que quase te passa desapercebido. Quando entra tem umas mesas na parte da frente, um corredor que te leva para mais mesas na parte dos fundos do restaurante, e quando acha que acabou, você desce as escadas para outro ambiente menorzinho, bem rústico, com prateleiras cheia de garrafas de vinho, que te parece estar dentro de uma vinícola, e bem aconchegante. No andar de cima também é legal, mas se estiver só em um casal, eu recomendaria sentar no andar debaixo.

É bom reservar antes de ir, mas se não conseguir, pode chegar lá que talvez tenha sorte de aparecer alguma mesa livre ou vão te sentar no balcão.

Além dos pratos, você pode, obviamente, pedir uma seleção de diversas tapas, que foi o que fizemos. Entre outras, estes são alguns dos que pedimos: almôndegas, camarões al ajillo (ao alho), boquerones (anchovas) marinados, boquerones fritos, tortillas, croquetas, queijo de cabra com mel e amêndoas, etc. Tudo muito bom!!!

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la bodega tapas bar
Friesenstraße 51
50670 Köln
Fon: 0221.2 573 610
Fax: 0221.2 573 613
Mail:
  la-bodega-koeln@t-online.de

Seguros de viagem

9 out

Para quem vai viajar e precisa de seguro viagem, tem um site ótimo chamado World Nomads.

Mesmo que você tenha já um agente de viagem, é bom fazer uma consulta ali no site também, porque costumam ter uns preços bons, mais barato do que os dos agentes…

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Fiz uma cotação de exemplo, com residência no Brasil, para um seguro de viagem pra Russia, para o mês que vem. O bom é que pode selecionar diversos países pelos quais vai passer e ele te dá uma cotação de um seguro que englobe todos eles. Te mostra a descrição de tudo que está incluso no seguro, e as opções de comprar o Standard, ou um seguro mais complete:

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Brauhaus em Colônia

29 set

Colônia, na Alemanha (ou Köln, em alemão), possui a cerveja típica do local chamada de Kölsch. A Kölsch é servida em diversos bares e restaurantes da cidade, mas cada marca de Kölsch possui a sua própria Brauhaus. Brauhaus são as famosas, e típicas, cervejarias alemãs, lugares enormes, com um estilo um tanto rústico, mesas e bancos de madeira, muita comida e bebida!

Gaffel

gaffel-logoA Gaffel é uma das marcas mais famosas, e a primeira Brauhaus que fui em Colônia. Eles têm também o melhor joelho de porco da cidade, o Schweinshaxe! E não se deixem enganar, na primeira vez que escutei pensei “eca, não quero comer isso”, mas é muuuuuito bom, fiquei triste quando acabou, e olha que o prato é giga!!! Hahahaha

Früh

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A Früh é a kölsch mais famosa de todas, tem para vender em vários lugares no Brasil tambpem, de cerveja importada. O lugar é gigantesco, e bem turístico, então por esse motivo talvez o serviço e a comida seja mais inferior aos outros, mas a cerveja é a melhor, e o lugar merece ir pelo menos uma vez para conhecer!

Zum Alten

reissEssa Zum Alten Brauhaus é bem menor quando comparada com as outras, mas é bem gostosa, e lá eles servem a kölsch Reissdorf, que é a preferida de muito alemão, e confesso que acho ela mais gostosa do que a Früh também…

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Eu nunca fui na Päffgen, mas meu namorado (que mora em Colônia) vai direto nela sempre que tem team events do trabalho, porque o chefe dele acha que essa é a melhor kölsch da cidade! Hehe. O lugar também é um pouco mais simples que as duas primeiras.
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Na Mühlen eu também nunca fui, mas a cerveja é bem gostosa, e mais suave que as mais tradicionais.
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Essa Bierhaus não é uma marca própria, lá eles servem a Päffgen. Eu ainda não fui, mas foi a sugestão de um amigo alemão que mora na cidade, então tinha que entrar pra lista!🙂

Oma

Outra sugestão é o Oma, que não é uma Brauhaus, mas sim um restaurante, mas eles são famosos por servir o melhor Schnitzel da cidade, que é enorme, e muito bom mesmo!

Os outros não precisam de reserva, mas no Oma acho que é melhor reservar… Sempre está meeeega lotado e o lugar é super pequeno!

Maisons du Monde

12 jul

Procurando uma loja para comprar capa de sofá em Luxemburgo me recomendaram a Maisons du Monde. Fiquei apaixonada! Pra quem gosta dessas lojas de acessórios para casa e design tem que entrar nessa definitivamente! Fui apenas para comprar a capa pro sofá e no fim das contas sai de lá com mais almofadas, porta copo, uma bandeja e copos longos! Lá tem também relógios, cortinas, toalha de mesa, uma sessão com acessórios mais vintage, uma graça!

Em Luxemburgo a loja fica na Av. de la Gare 44, bem perto da estação de trem, mas descobri que essa loja tem unidades em vários outros lugares também como Suíça, França, etc. 

Aliás, essa rua é um lugar com várias lojas e muitos restaurantes por perto, então se estiverem na cidade vale a pena uma passeada por lá!

  

Restaurantes em Carmel

14 jun

Todo mundo fala como Carmel é fofa e charmosa. E realmente é.

O que você tem pra fazer é passear, ver a praia (dificil tomar sol porque é friozinho e agua gelada), comprinhas (tem varias lojinhas e até grandes marcas) e parar em lugares gostosos pra tomar um café ou um almoço/jantar bem gostoso.

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Dois lugares que valem a dica:

La Bicyclette – lugar charmoso, com decoração de uma vila francesa, um prato de queijos deliciosos, recomendo para jantar

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StoneHouse Terrasse – só passamos em frente, mas pareceu uma delicia para almoço em dia de sol

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A Elegante também tem dica de outros restaurantes que recomenda, entao logo mais tem mais dicas!

Meu feriado em Paris

30 maio

Agora estou morando na Europa, e o que quero mais fazer é viajar pra tudo quanto é canto! Hehe. Aproveitando o feriado do último fim de semana, fui para Paris com meu namorado e mais um casal de amigos.

Já havia ido algumas vezes pra lá, então dessa vez fui só pra passear mesmo, sem me preocupar em ficar turistando…

Uma coisa legal que fizemos foi reservar uma daquelas bicicletas que tem vários pontos pela cidade pra rodar por lá! É super barato, custa € 1,70 a diária só e você anda por 24h, mas a cada meia hora tem que devolver a bike em algum dos pontos, mas é tranquilo, porque tem vários, e mesmo se passar do tempo, é barato o tempo extra também. O site pra se cadastrar chama-se Vélib.

Entrando no assunto de restaurantes por um segundo, existem aqueles que você vai porque te recomendaram e aqueles que você passa na frente sem querer, resolve entrar e se surpreende! Isso aconteceu com um Café/restaurante perto de onde ficamos chamado Arthur & Juliette, almoçamos lá duas vezes em três dias! Hahaha. Meu prato na foto é uma salada de salmão e de sobremesa um crème brûlée de pistache e um café gourmet.

  

Bom, depois do almoço, pegamos as bicicletas e fomos dar uma volta. Depois de passar pela Torre Eifel e tomar uns drinks na beira do rio Sena fomos dar um passeio pelo Le Marais. Além de seguir essas dicas aqui, se quiser uma pausa para um lanchinho, precisam comer um Falafel; lá tem vários botequinhos de Falafel que o pessoal faz até fila na porta pra comer, são ótimos!


No segundo dia o almoço foi no Bouillon Racine, que já passou por esse post aqui, e super reforço a recomendação!


O jantar do primeiro dia foi num restaurante que um amigo do meu namorado, que mora em Paris, recomendou. Meu namorado mesmo já havia ido lá umas duas vezes, e adorooou lá, todas as vezes que foi comeu o cordeiro (Carré d’agneau) então queria levar a gente pra conhecer também! O restaurante chama-se Ami Pierre, é bem pequeno (bom fazer reserva), cheio de locais (coisa rara com tantos turistas que tem por lá!), você vê o cardápio numa lousa que vai rodando as mesas e não tem uma carta de vinho, a garçonete pergunta como é o vinho que gostaria e ela traz uma garrafa que acha que você vai gostar! Metade da mesa comeu o cordeiro e a outra metade o pato, e uma dica, não peça rosada a carne, mas ao ponto, porque senão ela vem quase crua!

O jantar do segundo dia foi no restaurante que fica dentro do Grand Palais chamado MiniPalais. O restaurante do dia anterior era de preço mais justo, já esse é bem carinho, contudo, porém, entretanto, o lugar é linnndo e a comida estava divina!!! E para quem gosta de drinks como eu, precisa pedir um chamado MiniPalais Royal, demais!
   


Na sequência do jantar fomos tomar uns drinks no Le Matignon, e aproveitamos para comer a sobremesa, super merecidas serem mencionadas, o petit gâteau e o cheesecake de frutas vermelhas!!!

Bon voyage!!!

Dicas para Viagem Sonoma /Russian River Valley

19 maio

Eu e meu marido gostamos muito de vinho, e o passeio por vinícolas é algo que sempre costumamos fazer, como vocês já devem ter percebido pelos posts aqui no blog.

A Califórnia possui muitas regiões que produzem vinhos, então teríamos muitas possibilidades (Napa Valley, Sonoma Valley, Russian River Valley, Santa Ynez, Santa Barbara, Montecito, Monterrey e Carmel Valley, etc…). Preferimos focar em Sonoma, Napa e Russian River por fazerem mais sentido para o nosso roteiro.

No primeiro dia fomos direto para o Russian River Valley. É uma região um pouco menos conhecida do que Napa e Sonoma, mas escolhemos visita-la, pois o tipo de vinho que produzem é o que mais nos agrada – brancos e tintos mais suaves. Eles possuem essa característica porque ficam do lado das montanhas que recebe a brisa do mar, e por isso são menos encorpados que os vinhos produzidos em Napa, por exemplo, que fica depois das montanhas e acaba tendo menos influência marítima.

Não fizemos uma mega pesquisa da região antes de ir porque sinceramente não tivemos tempo…para vocês terem ideia reservamos o hotel dessa noite quando estávamos em São Francisco!

Conseguimos a dica de uma vinícola muito legal, a Gary Farrel  de uma amiga nossa que está fazendo MBA em Stanford e gosta muito de vinho também. Começamos por lá, e foi ótimo. Vista linda, vinhos bons (nada magnífico) e uma lareira muito gostosa para o tempo que estava fazendo no dia. Lá pegamos dicas das funcionárias de outras vinícolas na região, quais elas achavam que era o melhor Pinot Noir (nosso vinho favorito e especialidade da região), qual teria um almoço gostoso…foi a melhor coisa que fizemos, pois achei que as dicas foram zero turísticas.

A primeira vinícola que nos recomendaram foi a Arista , que é linda e tem um dos melhores “Pinot’s” da região. Uma dica que acho importante é dividir o tasting se estiverem em 2 pessoas…dá para ter uma idéia do vinho produzido pela vinícola visitada sem ficar bêbado ou gastar uma fortuna, pois cada tasting custa por volta de uns 30 dólares! Em algumas vinícolas quando você compra uma garrafa de vinho eles descontam o preço do tasting, então vale a pena…
A Arista é linda, fazem casamentos lá, e tem uma área bem gostosa para fazer um picnic. Eles não têm restaurante nem um lugar para comprar comidas, então outra dica importante é levar sua comida caso queira fazer um picnic, o que recomendamos, pois não encontramos nenhum restaurante que valesse a pena na região! Minha sugestão se fizerem o mesmo roteiro, é passar na Boudin  antes de sair de São Francisco, comprar um monte de coisas gostosas e seguir para o Russian River Valley!

Saímos da Arista  e fomos para a Hop Kiln , onde falaram que conseguiríamos comer…tem um mercadinho com alguns produtos e dividimos um tasting com paring de queijos. O vinho é bem meia boca, os queijos ok e o mercadinho não tinha muita opção, então novamente, recomendo levarem a comida, pois na maioria das vinícolas dessa região tem lugar para fazer um picnic gostoso.

De lá fomos na Twomey  e adoramos! A funcionária era muito simpática, o lugar bem moderno e com uma vista linda! Ela também nos indicou algumas vinícolas para visitarmos no dia seguinte em Napa Valley, falo sobre elas no próximo post.

Estávamos morrendo de fome, já era final da tarde, e resolvemos fazer um “aljan” (almoço + jantar), dado que não tínhamos almoçado e não daria para esperar até o jantar. Fomos conhecer a vinícola do Coppola . A propriedade é muito legal, tem uma piscina linda que bomba no verão porque tem day use,  restaurante, e um museu mix lojinha do Coppola, com a estátua do Oscar que ele ganhou, a mesa do Poderoso Chefão e outros objetos usados em filmes dele. Vale muito a pena a visita! O almoço/jantar (às 18 hrs!) foi bem gostoso, nada demais mas também não é ruim, e algumas pessoas me disseram que lá também tem hotel, mas olhei no site e não encontrei essa informação…

Outra vinícola que nos recomendaram, mas não conseguimos visitar foi a MacRostie . Descobri que nessa tem um tasting, o Elevated, que tem paring com umas finger foods por 45 dólares por pessoa, somente aos sábados e domingos (não acho que vale!).

Dormimos essa noite em Healdsburg, uma cidade bem pequena e muito fofa…ficamos num Best Western  para fazer uma média com o hotel de Napa Valley (os hotéis nessas 2 regiões são MUITO caros, e com o dólar também caro, complica!), e foi ok. Quarto limpo, banheiro limpo e cama boa!

Passeamos pela cidade à noite e também no outro dia de manhã, antes de seguir para Napa.
Na rua principal (Healdsburg Avenue) ficam os principais hotéis, restaurantes, lojinhas e cafés.
O h2hotel  é bem fofo, e tomamos um café a noite, o restaurante estava animado e cheio de gente jovem. O Hotel Healdsburg  também é muito bonitinho, passamos na frente e deu vontade de ficar lá…

Sonoma

No dia seguinte tomamos café da manhã na Costeaux , uma padaria francesa muito gostosa…vale a pena já comprar algumas coisas aqui para fazer o picnic em Napa, pois de novo não achei q valia a pena almoçar em nenhum lugar, ainda mais porque lá já agendamos um restaurante legal para jantar, e ficaria pesado almoçar e jantar. Na esquina da Plaza Street com a Center Street, de frente para a pracinha, tem uma loja de decoração e coisas de casa que tem uns sorvetes muito bons (não achei o nome dela nem no google)!

Para quem tem/gosta de cachorro, tem uma loja muito fofa na rua principal também, a Fideaux .

Depois seguimos para Napa, que falarei melhor no post seguinte.

Dicas de Viagem – São Francisco

18 maio

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Nosso ponto de partida na viagem da Califórnia foi São Francisco. Escolhemos começar por lá pois fica próximo da região das vinícolas (Napa Valley, Sonoma Valley e Russian River Valley) e também porque li naqueles blogs que mencionei no post anterior que é muito melhor fazer a Califórnia 1 descendo do que subindo, porque os pontos de parada (mirantes) ficam todos do lado certo quando você está descendo (à direita, muito mais fácil de parar várias vezes sem ter que ficar atravessando a estrada), o que pra mim faz muito sentido…

Dica número 1 para quem vai para São Francisco e quer conhecer a Ilha de Alcatraz: reservar a visita à ilha assim que comprar seu vôo e reservar o hotel!!!  Percebemos isso quando fomos reservar e o único dia que tinha era no dia que eu chegava, as 11 hrs da manhã (meu vôo pousava às 9 hrs!!!).

Aliás, dica ótima para que meu primeiro dia fosse agradável: Sala VIP Centurion Club  no aeroporto de Dallas (onde fizemos escala) – tem um chuveiro maravilhoso, digno de spa, super limpo com toalhas e amenities Loccitane – de graça para quem tem cartão American Express Platinum e cobrado para os demais cartões.

Vou dividir as atividades que fiz por dias, mas elas não precisam estar em ordem necessariamente, pois algumas variáveis podem te fazer mudar tudo (tempo principalmente).

Dia 1:

Chegamos as 9 hrs no aeroporto, corremos para deixar as malas no hotel.
Ficamos no Intercontinental  e adoramos! Quarto e banheiro grandes, spa ótimo, e staff muito atencioso! Localização boa também, dava para ir a pé para a Union Square.

11 hrs: Visita à ilha de Alcatraz. Existe a possibilidade de visitar a ilha a noite, deve ser bem legal também, mas a vista do dia que fomos estava espetacular, o dia estava lindo!

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Existe um tour guiado individual com fones de ouvido grátis, vale muito a pena pois você conhece as histórias dos locais que vai visitando. Quando estive lá tinha uma exposição também o artista Wei Wei , mas já acabou no final de abril. Achei interessante mas nada imperdível no meu ponto de vista.

Por volta das 14 hrs voltamos para São Francisco – descida no píer 33 – andamos pelo píer até o Píer 39 , um píer gigante com um monte de lojinhas e restaurantes, bem legal de conhecer. Almoçamos no Fog Harbour Fish House , pois era Sexta Feira Santa e a gente não queria comer carne. Comemos uma lagosta maravilhosa!

16 hrs: Andamos pelo Fishermans Wharf, região com vários piers bem movimentada, com vários artistas de rua, mais popular mesmo. Tem algumas lojinhas, mas o que eu gostei mesmo, e aproveitei para tomar um café com um docinho depois do almoço foi a Boudin Bakery . Lá é MUITO legal, uma padaria que serve almoço, café e ainda tem um mercadinho de produtos goumert, com vários livros diferentes, geleias, bolachas, chocolates, tudo que amamos!!!

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De lá fomos passeando pela Orla, já com uma vista da Golden Gate, e chegamos em um parque lindo, de frente para a Ghirardelli Square , que é tipo um shopping semi aberto onde era a fábrica antiga dos chocolates Ghirardelli . Tem alguns restaurantes, uma loja gigante da Ghirardelli onde comprei alguns chocolates, outras lojinhas fofas, enfim, uma delícia para perder algumas horinhas.

Na Larkin Street tem um ponto de bondinho , e você já pode aproveitar e subir em um deles, para parar alguns quarteirões a frente no topo da Lombard Street , a famosa rua “zig zag” de São Francisco. A pessoa aqui esqueceu que São Francisco tem um monte de subidas e descidas, viu no google que a distância do Ghirardelli Square até a Lombard Street era “tranquila” e era uma MEGA subida!!! Então, façam o que eu digo, não façam o que eu faço – peguem o bondinho!!! Hahahaahah

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Depois de subir e descer a Lombard, peguei de novo o bondinho até a Powell Street, que fica próxima a Union Square, uma praça grande e bem bonita em São Francisco que tem várias lojas e restaurantes. Já era mais de 17 hrs e demos uma pequena volta, porque a gente tinha chegado nesse dia, mal paramos no hotel e estávamos exaustos!

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Voltamos para o hotel e não tínhamos a menor condição de ir jantar em algum lugar arrumado, que fosse longe do hotel, etc…então pedimos uma dica de algum restaurante despojado perto do hotel que desse para ir a pé e de preferência animado, dado que era sexta feira… A Concierge nos indicou a pizzaria Zero Zero , que valeu muito a pena! Estava mega animado, gente bonita, música muito boa…sentamos no bar, tomamos uns drinks diferentes (o barman era ótimo tb), a pizza era uma delícia e não foi um programa mega caro ou que precisasse me arrumar muito. Super recomendo!

Dia 2:

Era sábado, e tínhamos programado passear pelas lojas da Union Square. Antes, eu queria tomar um café da manhã em um lugar gostoso, e fomos no Yerba Buena Gardens. O lugar é bem bonito, e o dia estava lindo, resolvemos ir no Samovar Tea . Era legalzinho, mas achei caro e com poucas opções…vi a dica dele no blog Hotel Califórnia  e resolvi testar. Também vi que tem o restaurante B San Francisco , que parece legal, e com a mesma vista do Yerba Buena Garden. Com o dia lindo que estava e previsão de chuva para o outro dia, resolvemos mudar nossa programação e fazer o passeio da Golden Gate, afinal, com chuva e nublado não seria tão legal…

Passamos no hotel e o Concierge deu um cupom de desconto para alugarmos uma bicicleta. Alugamos na Blazing Sadles  por 1 dia, e fomos seguindo o roteiro que nos passaram…eu achei tudo muito difícil, não tava achando o caminho fácil que até uma vovó faria (o Concierge me falou isso!). Sofri bastante mas é um passeio bem legal, afinal é a melhor maneira de você cruzar a ponte, pois é mais rápido que ir a pé, e pode ir parando para tirar fotos, o que não consegue fazer de carro). MAS, já aviso para todos que NÃO É FÁCIL!!!!!!!!!!! Do lado de lá da ponte um passeio legal é ir para Sausalito, uma cidade pequena e fofa, com alguns restaurantes e lojinhas…o problema é chegar lá, tem umas subidas bem chatas de fazer com a bicicleta… Chegamos, estacionamos as bicicletas em um estacionamento público perto do píer de lá, e fomos almoçar no Barrel House Tavern , também indicado pelo nosso Concierge. O almoço foi maravilhoso, comi o melhor risoto de cogumelos da vida, até meu marido que não come cogumelos gostou!
Saindo do almoço fomos pegar o ferry. Tinha uma fila GIGANTE!!!! Acabamos tendo que esperar o próximo barco, o que nos deixou meio estressados por causa do horário de devolução das bicicletas. E o pior, a hora que finalmente chegamos em São Francisco, o desembarque do ferry era pelo andar de cima, então tivemos que carregar as bicicletas ao subir uma escada cheia de gente, um horror!!!
Seria bem melhor se a empresa que aluga as bicicletas cobrasse um pouco a mais e tivesse um serviço em Sausalito para recolher as bicicletas, assim daria para aproveitar bem melhor o passeio…
Para completar tudo, eu achei tudo muito difícil porque minha bicicleta estava com o pneu furado!!!!!!!!!! Não sei se eles me deram furado ou se furou no caminho, só sei que desde o começo estava muito difícil pedalar, e como não sou muito “amiga” da bicicleta eu não tinha noção que poderia ser esse o motivo do meu cansaço…

Esse dia como vocês podem imaginar também estávamos exaustos, então pedimos uma dica de hamburger perto do hotel para a Concierge, e nos recomendaram o Oola , um restaurante bem simpático, que tem outras coisas no cardápio…tem música, mas estava bem vazio no dia que fomos. O hamburger era bom mas nada excepcional.

Dia 3:

Era domingo de Páscoa, então fomos comer um brunch perto do hotel, no The Grove , também recomendado pelo Concierge. Adoramos, muito bem servido e ambiente despojado. Depois fomos passear pelas lojas da Union Square, mas estava tudo fechado porque era Páscoa…tinha poucas lojas abertas, mas conseguimos passear por ali a tarde inteira.

Como ao invés de café da manhã tomamos um brunch, resolvemos ir ao Ferry Building  para conhecer. Adoramos! Tem vários restaurantes, lojas de queijos, uma Sur La Table, mas acabamos sentando no Wine Merchant  para tomar um vinho e ver o movimento. Uma delícia de passeio, recomendo!

Como o dia foi mais tranquilo conseguimos ir jantar num restaurante mais legal (na teoria), o Michael Mina . Achamos essa dica no Blog Hotel California  também, e entramos no site e ficamos animados com as fotos. Mas foi uma decepção. A comida não era nada demais, e foi MUITO caro.  Sentimos que poderíamos ter escolhido algum outro mais barato e mais legal…

A Contemporânea me indicou o restaurante Sons & Daugthers  e deveríamos ter seguido o conselho dela. Não fomos porque achamos caro USD 115,00 por pessoa, mas vai por mim, no Michael Mina acabamos gastando mais e não valeu a pena!

Dia 4:

Era dia de ir embora, e enquanto eu fazia o check out meu marido foi na Álamo  que ficava na rua do hotel para pegar nosso carro. Antes de seguir para as vinícolas paramos na Álamo Square , a praça mais fofa do mundo, com aquelas casinhas que aparecem em todos os filmes de São Francisco, as Painted Ladies.

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Tiramos algumas fotos e seguimos viagem, e dessa vez passamos pela Golden Gate de carro…realmente não é tão legal quanto de bicicleta!

O que eu deixei de fazer foi visitar alguns parques e museus…o Presidio Park  é muito bonito,  e o Golden Gate Park  tem várias atrações lá dentro. Não eram muito do meu interesse então acabei não indo, mas para quem vai ficar mais dias em São Francisco deve valer a pena conhece-los.

Passeios NÃO turísticos por Melbourne

31 mar

A maioria das pessoas que vai para a Austrália quer ir conhecer Sydney, mas fui para Melbourne e garanto que também merece uma visita!

A praia mais famosa e movimentada chama-se St. Kilda, e é lá que se encontra a maior concentração dos albergues da cidade, para o pessoal que está na pegada de ficar em hostel, hehe. Lá você vai encontrar pessoas caminhando pela calçada, andando de bicicleta, e muito muito Kite surf, para quem gosta do esporte!

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Ainda ali em St. Kilda começa uma rua chamada Acland Street, que é uma ótima opção para ir tomar um café da manhã australiano (tipo o inglês) ou um brunch, pois é cheio de restaurantes e cafés. Mas além disso, a rua também é cheia de bares e baladinhas, então é uma ótima pedida para quem está a procura de um barzinho ou voltar a noite também para uma balada!

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Na noite em que estivemos por lá entramos no Veludo (bar meio baladinha) e no Big Mouth (restaurante para ir tomar uns drinks mas tem dia que vira balada).

Todo começo de ano também rola ali o St. Kilda Festival, que lotam as ruas do bairro e o pessoal já emenda com a noite na Acland Street!

Outra rua interessante, com lojas durante o dia, mas que cria vida à noite, é a Chapel Street; vida noturna cheia de bares e restaurantes! Lá, fomos na Electric LadyLand, ótimo lugar para tomar uns drinks!!!

Bom, mas voltando no quesito café da manhã, uma ruazinha super agradável, cheia de cafés um do lado do outro, é a Degraves Street, que fica bem ali atrás da Federation Square, então vocês podem começar o dia ali, tomando um café da manhã bem agradável e já partir para a maratona turística.🙂

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E por falar em comida, para não apenas tomar um café da manhã gostoso, mas também um chá da tarde, um coffee break, ou aquela paradinha básica para um docinho, e principalmente para os fãs de padaria, mas não qualquer padaria, e sim aquela que você nem sabe direito onde olha primeiro e quer tudo, tem uma parada obrigatória, a Brunetti!!!

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Alguns outros points legais de passeio na cidade são:

Brunswick Street: também tem bares e restaurantes, mas mais alternativo.

Swanston Street: ali no centro, onde tem a Federation Square, ao lado da estação de trem Flinders começa essa rua, cheia de lojas, ótimo local para umas compritchas!

Lygon Street: vários restaurantes italianos.

Comendo muito bem no Líbano!

5 out

No Líbano eu fui em dois restaurantes que certamente merecem uma visita!
O primeiro foi o Babel, localizado na Zaitunay Bay, um lugar super agradável para passear, cheio de restaurantes ao redor de diversas lanchas e barcos estacionados!

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Um prato que precisam pedir é definitivamente a coalhada seca com camarão! Vem uma camada embaixo de pão torrado picadinho, com a coalhada seca e um molho com os camarões; simplesmente divino!!! Outro é o camarão empanado!!! Deu pra perceber que eu amo caramão né? Hahaha. O restaurante Babel é um fusion de frutos do mar com comida árabe, realmente muito bom!

photo 21Outro que fui que assino embaixo é o Kronfol. Esse foi um restaurante tipicamente libanês; quem nos recomendou foi o hotel e o taxista nos levou diretamente lá, não havia nada turístico em volta, como no Babel, mas vale a pena a ida!

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A foto abaixo resume bem o que eu e meu namorado tivemos de almoço, saímos super satisfeitos! A esquerda tem a “Fattouch Balade” (eu só comia essa saladinha lá em Beirute, uma delícia!), depois o “Grilled Kebbeh with Cheese” que era uma espécie de massa bem fina de esfiha, recheada com carne de kebab e queijo, meio estilo pizza, hahaha, ainda bem que tem a foto, senão não iam entender nada! Depois o “Sea Food Fatteh” que era uma espécie de molho rose, mas o gosto me lembrava de coalhada seca, com camarões, e, é claro, o “Labneh”, que é o nome que eles dão para a coalhada seca.

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Uma região muuuito legal, que super merece a visita, é a de Byblos (também conhecida como Jbeil), onde vão encontrar diversos bares, pubs e restaurantes, bem agradável, e vale uma visita tanto de dia quanto durante a noite!

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Santiago do Chile: meu roteiro

5 out

Fui passar uns 4 dias em Santiago do Chile e confesso que superou as minhas expectativas! Achei a cidade bem legal e recomendo para todos que quiserem ir conhecer!
Nossa amiga Esportista já deu algumas dicas interessantes neste post aqui, então vou apenas citar como foi o meu roteiro:

SEXTA
Começamos no Mercado municipal; para todos que forem lá, precisam experimentar a Centolla, que parece mais um caranguejo gigante! Eu gostei porque amo frutos do mar, qualquer um, haha, e adoro provar coisas novas. Duas cervejas locais são a Austral e a Kuntsman, se alguém quiser uma cervejinha para acompanhar o almoço.

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Saindo dali fomos para o outro mercado (este mais de frutas) do outro lado da rua, e o que ninguém pode deixar de tomar ali é um suco de framboesa!!! Aliás, você pode tomar suco de framboesa o tempo todo e em todos os lugares; é UMA DELÍCIA, e muuito barato!!!
Saindo de lá pegamos o metrô e fomos visitar a La Moneda e a Catedral.
A noite saimos para jantar no Boragó (tem que reservar), que já fiz um post especial só pra ele, de tanto que gostamos!

SÁBADO
Fomos de manhã para o Cerro San Cristóbal; tem uma vista bem legal lá de cima. E na decida já demos uma passeada pelo Pátio Ballavista, onde está cheio de barzinhos e restaurantes, um lugar super agradável! E foi ali a parada para o almoço, no Como Agua para Chocolate, que é uma gracinha e a comida estava bem gostosa (e daaaaali mais suco de framboesa! hehe).

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No jantar fomos no KY; a princípio, quando chega no endereço, você tem certeza de que errou o lugar! Hahahaha. Porque não há nada ao redor, e a fachada parece simplesmente uma casa abandonada, toda pichada; bem feia na verdade, mas não se assuste e entre, hehe, pois lá dentro vocês encontrarão um lugar incrível! Ficamos no fundo, no restaurante, e a decoração de todo o lugar é no mínimo peculiar! Quando estávamos saindo para ir embora, descobrimos que a parte da frente era um bar, quase meio baladinha, e estava bombando!🙂

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DOMINGO
Resolvemos fechar um tour para este dia! Compramos lá no aeroporto mesmo, que eles davam desconto se já contratasse ali, e não queríamos ter o trabalho de ir atrás disso depois na cidade, então achei bem prático (e não pagamos a mais por isso, porque as vezes não gosto de comprar coisas no aeroporto porque sempre acho que vai ser mais caro! Rsss).
Gostaria muito de ter conhecido o Valle Nevado, mas fomos fim de Março, que não é época de neve, então nem ia ser muito legal… Escolhemos então ir para Viña del Mar e Valparaiso.
Achei Valparaiso bonitinho, mas nada de mais, e Viña del Mar não vi nada demais mesmo, acho que se eu fosse recomendar, diria para aproveitarem o tempo e ir conhecer mais vinícolas do que irem pra lá! Não deu tempo deu conhecer a Concha Y Toro por exemplo que é a mais popzinha, super turística (fica dentro da cidade). Fomos conhecer outra vinícola, fora da cidade, e foi a parte mais legal do tour de longe! Fomos conhecer a Emiliana.

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SEGUNDA
Segunda era o dia que iríamos embora, mas ainda tínhamos um tempo livre, então fomos para o shopping!🙂
Escolhemos o Shopping Parque Arauco, tinha ouvido algumas recomendações dele; gostei bastante.

Alguns restaurantes que me recomendaram mas não deu tempo de ir:
Zully (romântico, para uma noite especial)
Coquinaria e Osaka (fica no W Hotel)
Mestizo (para ir durante o dia, parece que tem um vista bonita)
Puerto Fuy
Aqui está coco (comida ótima e preço justo)
Astrid e Gastón
Infante51
C restaurante
Restaurante el ancla
Borde río
Bar Amanda
Bar constitución
Bar santo remedio

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